O Pix no Metrô de SP passou a ser aceito em 20 de outubro de 2026 para a compra de bilhetes QR Code nas máquinas de autoatendimento. A novidade foi implantada nas estações da capital paulista.
Segundo o Metrô, a mudança integra esforços para incorporar tecnologias ao sistema. As máquinas de autoatendimento são do sistema TOP, operacionalizado pela Autopass.
Passageiros das linhas do Metrô em São Paulo são o público afetado pela implantação gradual. A novidade se soma a outras formas de acesso já disponíveis no sistema.
A atualização dos meios de pagamento ocorre junto a mudanças nos canais de ingresso ao Metrô. Entre os temas estão as opções de compra de passagens e a aposentadoria do bilhete magnético Edmonson.
Pix nas máquinas TOP e cronograma de implantação
O cronograma de instalação do pagamento por Pix começou pelas Linhas 1-Azul e 2-Verde, que já contavam com a opção no período informado pelo Metrô. A implementação foi dividida por linhas, em vez de ocorrer simultaneamente em toda a rede.
Na Linha 3-Vermelha, a previsão era habilitar o recurso nos dias 27 e 28 de outubro. Já a Linha 15-Prata tinha implantação programada para 29 e 30 de outubro.
As máquinas do sistema TOP estão disponíveis em todas as estações e comercializam bilhetes unitários impressos na hora. Com a novidade, o Pix passou a ser mais uma forma de pagamento nesses equipamentos, que já aceitavam cartões de débito.
Outras formas de pagamento e fim do bilhete magnético
Além das máquinas, as passagens podem ser compradas nos guichês e pelos cartões Bilhete Único e TOP. O Metrô também oferece venda pelo WhatsApp (11 3777-9456) e pelo aplicativo TOP, disponível para Android e iOS.
Outra opção é pagar por aproximação diretamente nas catracas, recurso lançado em dezembro de 2025 e ampliado em setembro de 2026 para todas elas. Segundo o Metrô, são aceitos cartões de crédito e débito, físicos ou virtuais, em smartphones e smartwatches com carteira digital habilitada.
A modernização também envolve o encerramento do uso do bilhete magnético Edmonson, adotado por 52 anos, desde o início da operação comercial do Metrô, em 1974. O ecossistema foi considerado obsoleto e de difícil manutenção, o que inviabilizou sua continuidade.
O prazo para usar o bilhete magnético nas estações terminou em 31 de outubro. Depois dessa data, o Metrô informou que disponibilizaria postos de troca para os passageiros.


