{"id":708,"date":"2012-03-22T12:03:50","date_gmt":"2012-03-22T14:03:50","guid":{"rendered":"http:\/\/www.encontraalphaville.com.br\/noticias\/?p=708"},"modified":"2019-04-29T18:39:48","modified_gmt":"2019-04-29T20:39:48","slug":"feirantes-de-alphaville-se-rendem-aos-cartoes-de-debito","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.encontraalphaville.com.br\/sobre\/feirantes-de-alphaville-se-rendem-aos-cartoes-de-debito\/","title":{"rendered":"Feirantes de Alphaville se rendem aos cart\u00f5es de d\u00e9bito"},"content":{"rendered":"<div class=\"08819d616ec18d2b96542d41522401b3\" data-index=\"1\" style=\"float: none; margin:0px;\">\n<!-- Anuncio display - global -->\r\n<ins class=\"adsbygoogle\"\r\n     style=\"display:block\"\r\n     data-ad-client=\"ca-pub-8585364105181520\"\r\n     data-ad-slot=\"8789329856\"\r\n     data-ad-format=\"auto\"\r\n     data-full-width-responsive=\"true\"><\/ins>\r\n<script>\r\n     (adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({});\r\n<\/script>\n<\/div>\n<p>As redes de supermercados, as distribuidoras e at\u00e9 os pequenos mercados, mesmo aqueles em que os funcion\u00e1rios chamam os clientes pelos nomes, n\u00e3o conseguiram por fim a uma tradi\u00e7\u00e3o brasileira: as feiras livres. S\u00e3o poucos os que abrem m\u00e3o de circular em meio \u00e0s barracas, selecionar as frutas, verduras e legumes ou simplesmente comer um pastel e tomar um caldo de cana.<\/p>\n<p>Pois saiba que a tecnologia j\u00e1 invade as feiras livres. Hoje em dia, o cart\u00e3o de d\u00e9bito \u00e9 aceito pela maioria dos feirantes. Em Alphaville, na cidade de Barueri, essa novidade n\u00e3o \u00e9 diferente. A resist\u00eancia de alguns feirantes em s\u00f3 aceitar dinheiro ou cheque para o pagamento de compras, aos poucos, vai se dissipando.<\/p>\n<p>A reportagem da Folha de Alphaville visitou a feira da Marcos Penteado de Ulh\u00f4a Rodrigues, que acontece todas \u00e0s quartas-feiras, e constatou que 40% dos donos de bancos j\u00e1 aderiram aos cart\u00f5es. Para eles, os cart\u00f5es significam uma maior possibilidade de venda por impulso, a seguran\u00e7a de realmente ser pago pelo que vendeu, al\u00e9m da impossibilidade de, no caso de roubo, ser lesado no caixa.<\/p>\n<p>O feirante Juvenal Ferreira da Silva, um dos personagens mais famosos pela simpatia e tamb\u00e9m pela oferta de frutas fresquinhas, que o diga. H\u00e1 dois anos, o patr\u00e3o dele inseriu as maquininhas na banca de frutas. \u201cHoje em dia n\u00e3o d\u00e1 para n\u00e3o oferecer mais essa op\u00e7\u00e3o de pagamento aos clientes. Uma vez chegamos a vender R$ 1.200 em um s\u00f3 dia com cart\u00e3o. Imagine se n\u00e3o tiv\u00e9ssemos a maquininha? Al\u00e9m disso, \u00e9 muito mais seguro, pois acaba com aquela hist\u00f3ria de cheque sem fundo\u201d, constata.<\/p>\n<p>O propriet\u00e1rio da banca de pescados, Afonso Tchin, tamb\u00e9m j\u00e1 se rendeu aos cart\u00f5es. \u201c\u00c9 bom. Facilita o pagamento para o cliente que n\u00e3o tem dinheiro em m\u00e3os e aumenta nossa chance de vender. Aceitando o cart\u00e3o, fica bem mais dif\u00edcil perdemos vendas\u201d, diz.<\/p>\n<p>Cl\u00e1udio Maur\u00edcio da Silva, mais conhecido como \u201cCl\u00e1udio do pastel\u201d, \u00e9 outro a aceitar todos os tipos de cart\u00f5es. \u201cAt\u00e9 de visita\u201d, brinca. Ele acrescenta que se a taxa e os impostos n\u00e3o fossem t\u00e3o caros (cerca de 10% do total de cada opera\u00e7\u00e3o), seria perfeito. \u201cFacilita muito o controle dos itens vendidos\u201d, analisa.<\/p>\n<p>Para a s\u00f3cia-propriet\u00e1ria da outra banca de pastel da feira, Miriam Matsumoto, aderir \u00e0 maquininha realmente compensou. \u201cColocamos a op\u00e7\u00e3o h\u00e1 pouco tempo, mas o cart\u00e3o \u00e9 como dinheiro na m\u00e3o: totalmente seguro\u201d, comemora.<\/p>\n<p>A cliente ass\u00eddua do local e moradora de Alphaville, Lidiane Castro, diz que faz praticamente todas as suas compras com cart\u00e3o. \u201c\u00c9 bem mais pr\u00e1tico, facilita muito o pagamento\u201d, fala enquanto digita sua senha na maquininha de uma das bancas.<\/p>\n<p>A exemplo dela, a moradora M\u00e1rcia Cristina tamb\u00e9m prefere levar s\u00f3 os cart\u00f5es ao inv\u00e9s do dinheiro. \u201cPrimeiro porque na feira \u00e9 bom vir com dinheiro trocado, o que \u00e9 mais complicado de manusear. Prefiro usar o cart\u00e3o, muito mais pr\u00e1tico\u201d, diz.<\/p>\n<p>Mas h\u00e1 tamb\u00e9m os clientes que resistem o quanto podem ao uso do dinheiro de pl\u00e1stico. \u00c9 o caso de Maur\u00edcio da Silva Batista: \u201cAcho mais simples pagar com notas e moedas. Pago e acabou. Em compensa\u00e7\u00e3o, minha mulher adora usar o cart\u00e3o\u201d, revela.<\/p>\n\n<div style=\"font-size: 0px; height: 0px; line-height: 0px; margin: 0; padding: 0; clear: both;\"><\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As redes de supermercados, as distribuidoras e at\u00e9 os pequenos mercados, mesmo aqueles em que os funcion\u00e1rios chamam os clientes pelos nomes, n\u00e3o conseguiram por fim a uma tradi\u00e7\u00e3o brasileira: as feiras livres. S\u00e3o poucos os que abrem m\u00e3o de circular em meio \u00e0s barracas, selecionar as frutas, verduras e legumes ou simplesmente comer um pastel e tomar um caldo de cana. Pois saiba que a tecnologia j\u00e1 invade as feiras livres. 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