A obra no Trevo de Alphaville, em Barueri, tem conclusão prevista para novembro de 2026, segundo a concessionária ViaOeste. A intervenção no acesso da Rodovia Castello Branco está em andamento.
Os trabalhos começaram após o afundamento do pavimento, em dezembro de 2025. Na ocasião, fortes chuvas atingiram a região de Alphaville e uma cratera se abriu na pista leste.
A obra afeta a alça de saída do km 23 da Castello Branco, que liga à Rua Bahia, em direção à Aldeinha e a Alphaville. O trecho foi totalmente bloqueado por questões de segurança.
A ViaOeste informou que as condições encontradas no local exigiram soluções específicas de engenharia e medidas preventivas. A atualização da concessionária aborda o andamento da intervenção e os fatores que influenciaram o cronograma.
Etapas restantes e previsão de liberação do acesso
Segundo a ViaOeste, a obra no Trevo de Alphaville atingiu 82% de execução. As equipes trabalham na recomposição da estrutura de contenção do trecho afetado.
Concluída essa fase, estão previstas a reconstrução do pavimento e a implantação da sinalização. O cronograma também inclui adequações na iluminação e instalação de dispositivos de segurança viária antes da liberação definitiva.
A concessionária prevê concluir os trabalhos e liberar integralmente o acesso em novembro de 2026. A estimativa anterior apontava agosto de 2026 como prazo para o fim da intervenção.
Afundamento do pavimento e complexidade da intervenção
Nas avaliações técnicas, a ViaOeste identificou o colapso de uma rede de drenagem subterrânea no local. Segundo a empresa, essa estrutura pode ter sido instalada ainda durante a construção original da rodovia.
A profundidade da área afetada e a complexidade da ocorrência levaram à adoção de soluções específicas de engenharia. Entre elas estão estruturas de contenção destinadas a estabilizar o terreno e manter a segurança de trabalhadores e motoristas durante os serviços.
A concessionária informou que investigações complementares e medidas preventivas de segurança foram necessárias, além da reconstrução da área comprometida. Esses trabalhos influenciaram o cronograma, e a empresa afirma que a intervenção segue como prioridade, com atenção aos critérios técnicos e de segurança para recuperar a estrutura.

